12.º Episódio – Sem episódio, mas com um T-1 de parco cabelo.
Caros blogueiros, tenho andado com limitado vagar para vos relatar as andanças e façanhas de Yong-lo, embora hajam inúmeros pedidos de várias famílias para o fazer, claro que vos falo das lêndeas que coabitam na minha cabeça com o piolho vaidoso. Vaidoso porque cada vez, face à minha calvície, melhor se vê. O que o deixa extasiado de vaidade, mas quando me cair o resto da trunfa (vingança minha) será finalmente desalojado e assim saberei que qualquer reparo positivo, se o houver, é-me a mim dirigido e não ao sacana do emproado.
O que me chateia é se irá habitar uma qualquer cabeleira mais habilitada, pela quantidade e qualidade, e consiga nela constituir família, pois (inveja minha) até agora nenhuma piolha quis coabitar com ele este meu T-1 de parco cabelo. Mas garanto-vos é lavadinho!!! Piolhices à parte, vamos ao que interessa, ou seja, ganhar embalagem para vos contar o final deste conto que começou com um fantástico diálogo entre MM e sua mãezinha, digno de estar plasmado nos manuais de escola primária; só as crianças verão (no verão) a subtileza deste conto de encantar serpentes cheias de catarro causado por tabaco francês. Sei que neste momento, minhas Senhoras, estão todas a ficar fartas de Yong-Lo. Agora sem querer reparei na subtileza da minha escrita.
Por favor minhas senhoras, vejam como estão sempre em primeiro lugar na minha pobre prosa. (pobres leitoras cheias de remela nos olhos a quem foi dada a escolha de ou lerem esta coisa, ou de venderem a revista Caras na Estação de metro dos Anjos, vestidas com longos vestidos de noite e adornadas com o resto das jóias que sobraram da herança da avozinha.) Pois escolheram mal, normalmente a morte rápida é a melhor.
Os fulanos, os meus gajos-amigos leitores, neste momento já devem estar a gritar:- Porque não comprei a 100.ª edição do “O meu Pipi”, em que pelo menos um gajo aprende a ser um homem????
Mas estão todos contentes, pois sabem que as remelosas no final choram e como este conto está a chegar ao final (bem, como estou a pensar deixar isto como herança de padrinho aos meus “afilhatis” – leia-se crianças da camorra - vou tentar suavizar), já têm os lencinhos de papel a jeito, para que os possam oferecer às Senhoras chorantes. Claro está que, estão todos impressos com o número de telemóvel; e-mail; telefone do emprego; morada da casa secreta do grupo de amigos que a usam para fazer exorcismo a Senhoras que estão possuídas por monstros, uns com pêlo outros nem por isso; outros colocam também a cópia certificada do saldo bancário por um qualquer Cartório Notarial, porque efectuada por um advogado é de desconfiar; e os mais afoitos, mandam imprimir naqueles lenços-ranhoso-descartáveis, a fotografia do membro inferior, claro que com uma ampliação convincente; os que não vão lá nem com ampliação escrevem versos de amor nos mesmos.
E “prontus”, também não é hoje que se sabe qual o final, se calhar só o saberão quando a “Ursa Menor” estiver perpendicular ao nosso hemisfério, entretanto deslumbremo-nos com a sua “plima”, a “Ursa Maior” que, segundo dizem os antigos, é sinal de boa ventura, ócio, de dias maiores e noites menores.
Até lá!!!
P.S. - Esta é para ouvir e voltar a ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=bZYjHsbSQpY
Comments 1
Murphy rules!!!
Posted 13 Jul 2007 at 10:49 ¶Post a Comment