Um dia como um outro qualquer dia…

 - Your call in on hold. Please hold the line!

- Estou amor, sim, já saí. Sim, vou já para casa! Está bem, também te amo muito.

Era um dia como um outro qualquer e ele tinha estado a trabalhar durante todo o dia, tal como o faria num  qualquer outro dia. Era mais um empregado administrativo de um qualquer banco que circulava numa qualquer avenida de uma qualquer metrópole.           

Mas hoje apesar de ser um dia qualquer como outros tantos dias, havia uma pena diferença, era o dia de aniversário de sua mulher e ele carregava um enorme ramo de flores mais precisamente rosas brancas, as flores preferidas de sua mulher. A sua mulher era uma mulher com uma outra qualquer mulher que na condição de grávida carregava dentro de si um concpeturo, por sinal igual na sua imagem ecográfica a tantos outros mais.           

Em passo alargado, pois o adiantado da hora assim o exigia, lá ia ele carregando numa mão o fausto ramo de flores e na outra, uma pasta preta em cabedal. Como nos outros dias, também hoje se desviava dos demais transeuntes também eles com o mesmo aspecto e iguais aos dos demais dias.           

Ao passar junto de um prédio já antigo, sentiu uma gota de água a bater-lhe na cara. E viu outra a alojar-se na lapela do fato cinzento igual a outros mais que tinha no seu guarda-fatos. Tal como sempre fez, em outros quaisquer dias de outros quaisquer anos, deteve-se a ver de onde vinha aquela água e qual a causa da sua queda sobre ele. Em breve descobriu a causa, ela vinha de uma frincha causada por uma infiltração de água que já hà muito corroía os pontos de fixação da varada.           

É verdade, ele foi esmagado! Sim morreu esmagado! E nem sequer foi o único!           

Comments 2

  1. ladob wrote:

    LOL!!!!!!

    Posted 12 Set 2007 at 11:58
  2. Manela wrote:

    uI …..Que coisa……

    Posted 12 Set 2007 at 20:37

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