ACREDITEM QUE É A HISTÓRIA QUE TENHO PARA VOS CONTAR.

Não vou maçar ninguém com a temática, já sobejamente descarnada pois mais nada existe a acrescentar, de que os elevados valores patrimoniais nos afastam da espiritualidade (os ricos vão para o inferno) e nem sequer é pelo facto de pensar que a miséria ainda afastará muito mais (os pobre vão para o céu), tão-só e apenas porque já não aguento mais opiniões de quem nunca a sentiu.

A insubstancialidade das coisas é algo estranho que nos ultrapassa sobre que maneira, traduzindo-se num validado risco de credibilidade social qualquer tentativa, vã ou não, que se faça para descrever algo que caía fora da regularidade do que é esperado ser, o que não quer dizer necessariamente que o seja, nem tão pouco que não o é.

Eu hoje sem qualquer complexo, estou preparado para apontar o dedo e a benevolência.

O dedo a quem teima em querer validar as suas regras pessoais contra todos os demais, e a benevolência contra todos os que carregam, em ansiedade teimosa, a necessidade de querer negar o que não conhecem..

Pelo que sem qualquer problema consigo hoje revelar algo da minha existência espiritual, pois dei com o facto de que existem os olhos apreciativos e comunicadores celestiais dos bebés e de alguns deficientes mentais.

Isto é uma loucura pegada eu sei, mas como sabem são as anormalidades que levaram à evolução da espécie humana, assim como de todas as demais. Pelo que não me sinto o “elo perdido ou encontrado” entre um homo sapies sapies e um qualquer homo sapies sapies espirituales, sou apenas e tão só um frágil aperto de moléculas que formam a minha carne e ossos, que abandonadamente, em solidão quanto ao crer, empiricamente sentiu a existência do prodígio.

Ou então sou eu que gosto de viver neste meu mundo, em que temos aprovação ou desaprovação dos nossos actos na procedência divina dos olhares mais puros do mundo, uma vez que os relatados os olhos não conhecem qualquer egoísmo que justifique sequer a luta pela sua própria existência, por isso genuínos. Limitam-se a existir e a olhar para o nosso imo. Ou fazem-nos tão apenas crer que efectivamente o temos.

Explicações existenciais à parte.

Que existem, existem!

 Procurem-nos!

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